sinto me com medo e uma luz aparece de cima.
sem saber o que devo fazer, deito-me
Oh! não sei o que iram fazer de mim.
Ruídos antes fracos se fortificam
e fingindo de morta, rogo para que fiquem.
Em mãos uma espada de vermelha,
gritam e rugem para aquele corpo.
Sem ao menos poder respirar fundo
começo a desistir da vitoria,
mas ao horizonte, em frente ao sol,
vejo um vulto e ouço sons.
Ao encontrar das espadas,
sinto o calor do teu sangue,
e em frente a derrota destes me vejo vitoriosa.
A visão me prega peças. Oh! é um anjo,
um guerreiro que em teus braços me salvou.
Oh, anjo guerreiro! Aquele ser de asas cinzas,
tua força e coragem, são milagrosas.
Guerreira das Sombras