Só... é como sempre estou, perdida na escuridão dos meus aposentos,
perdidas nos sonhos que nunca se realizam,
dorme é o q me resta, mas a mente não permite. Ao longe ela trabalha firme.
Sonhos sem explicação, veem me atormentar,
e sozinho neste frio acordo gritando teu nome, fecho os olhos e respiro,
alivio, não dor, por estar tão longe de te ter em meus braços...
Olho para o teto e me vejo presa, paredes se fecham,
O teto desaba, e meu eu se aperta em um grande medo.
Este medo vem de dentro, um medo de mim,
sei que sou forte, mas me desabo com apenas um grito,
como aquelas montanhas de gelo no Polo Norte.
como aquelas montanhas de gelo no Polo Norte.
Medos de infância que ainda existem,
modificando só o monstro por traz da mascara,
Me punindo pelos erros infantis de uma época de uma mulher.
Queria simplesmente dar um basta nesses medos
e mostrar a mulher que é presa pela criança,
e mostrar a mulher que é presa pela criança,
Mas enquanto você não me ajudar, não trazer ao mundo,
a mulher bela, que vive presa, aquela que te abalará e apoiara.

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