De onde vem essa ventania, que devasta casas e cidades?
Vem de dentro, num só coro, pedindo e suplicando pelo socorro,
As almas que agonizam no infernam, não sofrem como este ser,
que aqui se perde em murmúrios de dor e sofrimento...
perdida nesse escuro passado sem fim,
preciso retornar ao caminho da luz,
Me vejo a procura do seres intelectos da terra,
que possas abrir um novo caminho nas pedras...
Mãos atiradas sobre a face, imagem de panico refletida sobre os olhos,
um grito gélido, e sem pensar começo a correr...
Para ondes irei levar essa angustia? Para aquele lugar...
Aquele lugar chamado.... VAZIO...
Frio... minhas mãos tremem, minhas pernas arrepiadas,
meus dentes batendo... Que frio atordoante...
Ao brilho da lua, ali está aquela que me trará luz e calor,
aquela que cortará minha voz e elevará meu espirito.
Ajoelho em frente há ela, e deixo o vento me dar seu ultimo toque,
e segurando seu punhal cravo a no meu peito,
aquele que escorre em minhas mãos, é teu alimento de vida,
que com pingos no chão trazem a tona todos meus segredos.
Vejo em velocidade máxima, todos os momentos que vivemos,
e sinto que a fuga não me trará a paz que esperei...
Guerreira das sombras

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