Queria saber o que me tira o sono
e o que me traz aqueles pesadelos...
Queria poder voltar a sorrir,
ou saber como era sorri...
Meus passos mais longos me levam a lugar nenhum,
meu chão de espinhos desaparece vagarosamente,
me deixando sem lugar pra onde ir...
Das minhas mãos não saem mais palavras de conforto,
a caneta me falha e poemas já não me expressão...
Aquele olhar se tornou em algo torturante e sombrio,
vou dar um adeus, daquele que me fez companhia...
Adeus dos meus versos que tanto me serviram de consolo,
E agora transforma-los em sonhos, em meu intimo sono.

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